O QUE O SILÊNCIO TEM A NOS DIZER?

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DIVA“O silêncio está sempre presente numa sessão de análise, e seus efeitos são tão decisivos quanto os de uma palavra efetivamente pronunciada.” Nasio

Muitas pessoas queixam que ao procurar o psicólogo ficaram incomodadas porque ele fica em silêncio só esperando que a pessoa fale e ele não fala nada. Em contra partida, muitos psicólogos ficam sem reação, sem saber como entender a postura silenciosa da pessoa que o procura.

O tema silêncio, sobretudo do paciente, apesar de polêmico, é pouco discutido em Psicanálise, teoria que adotaremos para pensar no assunto. Por muitas vezes ele é visto como uma forma de resistência, mas devemos passar a vê-lo como uma diferente maneira de se comunicar (Zimerman, 1999). Segundo o autor, o silêncio interpretado como resistência se dá pelo fato de que o processo analítico teria como pressuposto básico a livre-associação, quando em silêncio, o paciente quebra, vai contra a parte essencial da psicanálise, visto então como resistente ao processo terapêutico.

Zimerman (1999) apontou que o silêncio pode ter diferentes significados, considerando que ele tem muito a nos dizer, sendo uma forma de comunicação entre terapeuta e paciente. Destaca que ficar em silêncio durante o processo terapêutico é ainda mais comum em adolescentes. O paciente adolescente tende a levar tudo para o concreto, exigindo respostas imediatas, chegando a mesclar o real com o imaginário. Ao falar, o faz como se fosse adulto, por várias vezes irá cobrar do analista opiniões e conselhos e caso estas contrariem seus pensamentos, os sentimentos de frustração e magoa aparecerão com facilidade.

Frente a estes sentimentos, o adolescente tende a reagir por meio de actings (ações), que podem consistir em faltas freqüentes e, conseqüente abandono da terapia ou também, por meio de longos períodos de silêncio durante as sessões, ou até mesmo o silêncio absoluto durante muito tempo da análise.

Zimerman (1999) afirma que temos que nos ater ao silêncio como uma forma de comunicação e pensá-lo como um “idioma desconhecido” que precisa de tradução. O analista precisa então, nos momentos de silêncio, pensar nos tipos de comunicação não verbal que são estabelecidos, uma vez que durante o processo analítico existem momentos em que as palavras não conseguem exprimir o que está acontecendo.

Desse modo, o analista deve estar preparado para a escuta das diferentes formas de comunicação do analisando. A forma de comunicação aparece separada didaticamente em verbal e não-verbal. Ambas, a priori, têm a função de comunicar algo, contudo nem sempre esta função é real, às vezes, como afirmado por Bion, o discurso pode estar a serviço da incomuncação como forma de ataque aos vínculos perceptivos.

Para saber mais: ZIMERMAN, D.E. Fundamentos Psicanalíticos: teoria, técnica e clínica. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Por: Larissa Forni dos Santos

AMO O QUE FAÇO?

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É com um carinho imenso que deixo para vocês, meus queridos leitores uma parte da minha participação na REDE SUPER DE TELEVISÃO, com o tema AMO O QUE EU FAÇO.
E você ama o que trabalha, ou trabalha apenas por dinheiro?
Há quem viva com o mês apertado financeiramente e quem esbanja dinheiro! Será que estamos na profissão certa? Será que o meu trabalho me deixa feliz ou estou entrando em depressão ou angústia? Será, será, tantas perguntas, não é!
Gostaria que este texto fosse diferente, ao invés de completá-lo com o que eu acho, você leitor, poderá nos dizer a sua opinião!!! FIQUEM À VONTADE, será de muita importância a sua participação.
Espero que gostem dos vídeos!
Um abraço carinhoso a todos!
Paulla Jorge

A Simplicidade da Vida!

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Colocamos tantos obstáculos, regras, metodismos em nossas vidas, sendo que ela nos oferece a simplicidade!
Quando digo simplicidade, quero dizer sossego, visão ampla de conhecimento, menos stress. O entendimento do Eu para com o Outro, sair das nossas manias, conceitos e encontrar o Outro através da escuta.

Estressamos por coisas pequenas, damos valores e prioridades a coisas fúteis, sendo a vida maravilhosa, cheia de oportunidades e só vemos um caminho, sendo que temos vários.

Somos literalmente cegos nos sentimentos e vontades alheias, somos egocêntricos e submissos ao mesmo tempo em uma sociedade consumista e perversa, onde o conhecimento fica enjaulado na carteira ou no cartão de crédito. A inteligência é vista em cifrão e a vida é esquecida pelos ralos.

Tiremos tempo para nós mesmos, para relaxarmos. Tiremos tempo para nossa família, filhos, até para nosso animal de estimação, para a natureza. Tiremos tempo para sentirmos a brisa gostosa que nos é oferecida, tiremos tempo para contemplarmos a chuva, o sol, a neblina em nossos cabelos.

Tiremos tempo para o simples entrar em nossos corações e tiramos a dureza do dia-dia para sermos mais vivos e felizes e não mortos com dinheiro.

Tiremos tempo simplesmente para o que desejamos fazer e não o que todo mundo faz!

Somos únicos.

Sejamos únicos.

Por:Paula Jorge Souza

Preparo para as Turbulências

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Sempre que posso, gosto de postar matérias elaboradas, pelo meu professor do curso que formei de MBA, Carlos Gustavo Caixeta. A forma objetiva e clara dá ao leitor, seja ele funcionário ou empresário uma noção do mundo atual e como melhorar os projetos em andamento sem fazer extravagâncias.

No momento, o mundo não está bem financeiramente, todos se preocupam em não entrar na crise internacional de 2008. Segue uma das dicas desse ilustre Professor Carlos Gustavo Caixeta. Boa leitura!!!!!!!
(Paula Jorge Souza).

“Diante dos últimos solavancos sofridos pela economia internacional, com reflexos nas bolsas de valores de todos os países do globo, em especial dos EUA, Brasil e Europa, o mundo corporativo se pergunta até que ponto as empresas estão preparadas para enfrentar uma nova onda de desaquecimento ou crise global, similar à turbulência internacional de 2008.

Sempre é bom recordar que um dos principais aprendizados empresariais, após a referida crise, foi que os líderes precisam estar dispostos a um processo contínuo de questionamento e autodesenvolvimento, identificando oportunidades de melhoria interna, aumento das receitas, fortalecimento da reputação corporativa e blindando a empresa contra choques e ameaças externas.

Compreenderam que o presente e o futuro são construídos a partir das experiências positivas e negativas vividas, bem como da vontade de fazer melhor a cada dia, entregando mais valor e satisfação não só aos clientes, mas a todos os envolvidos com os bons resultados da empresa – os chamados stakeholders.

A seguir está uma lista de perguntas que apoiará sua empresa e você, como presente ou futuro líder, a dimensionar o quanto sua empresa está preparada para os períodos de turbulência. Reúna suas equipes e pessoas que possam colaborar para o entendimento de cada questão e elaboração de ações de melhoria para a empresa. Mão na massa e desejo-lhe um ótimo trabalho!
Qual é o nosso propósito e estratégia como empresa?
Quais são os valores que norteiam nossas decisões?
Qual é o grau de preparo e sinergia entre nossos líderes?
Quais resultados (presentes e futuros) buscamos?
O que precisamos melhorar, interna e externamente, para atingir esses resultados?
Qual é o perfil e expectativas dos nossos clientes?
O que fazer para realmente entregar mais valor aos nossos clientes (inovação inteligente: produtos, processos, negócios)?
Quais são os nossos diferenciais marcantes, diante dos nossos concorrentes?
O que fazemos para monitorar continuamente os nossos concorrentes, para ações proativas de mercado?
Como está a percepção interna e externa sobre a nossa empresa, sobre a nossa marca?
Como influenciamos ativamente nossos stakeholders para fortalecer a nossa reputação corporativa?
Como medimos nossos desempenhos (indicadores) e quais são os nossos referenciais de sucesso (metas)?
Como atingir e superar nossas metas, de forma consistente?
Quais competências devemos desenvolver para atingir a alta competitividade?
Como preparar as nossas pessoas e líderes para os desafios da implementação da estratégia?
Como reforçar nossa cultura empresarial para a alta competitividade e obsessão pela entrega de valor?
Como nossa estrutura física e tecnológica precisa evoluir para suportar a implementação da estratégia?
Quais aperfeiçoamentos precisam ser feitos em nossos processos para apoiar a execução estratégica?”

Por: Carlos Gustavo Fortes Caixeta, Professor da FDC

Se colocar no lugar do Outro – Dr.Flávio Gikovate

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Uma das operações psíquicas mais sofisticadas que aprendemos, lá pelos 7 anos, é esta, de tentarmos sair de nós mesmos para imaginar como se sentem as outras pessoas. De repente podemos olhar para a rua num dia de chuva e imaginar – o que, de certa forma, significa sentir – o frio que um outro menino pode passar por estar mal agasalhado.
Nossa capacidade de imaginar o que se passa é como uma faca de dois gumes. O engano mais comum – e de graves conseqüências para as relações interpessoais – não é imaginarmos as sensações de uma outra pessoa, e sim tentarmos prever que tipo de reação ela terá diante de uma certa situação.

Costumamos pensar assim: “Eu, no lugar dela, faria desta maneira.” Julgamos correta a atitude da pessoa quando ela age da forma que agiríamos. Achamos inadequada sua conduta sempre que ela for diversa daquela que teríamos. Ou melhor, daquela que pensamos que teríamos, uma vez que muitas vezes fazemos juízos a respeito de situações que jamais vivemos.

Quando nos colocamos no lugar de alguém, levamos conosco nosso código de valores. Entramos no corpo do outro com nossa alma. Partimos do princípio de que essa operação é possível, uma vez que acreditamos piamente que as almas são idênticas; ou, pelo menos, bastante parecidas.

Cada vez que o outro não age de acordo com aquilo que pensávamos fazer no lugar dele, experimentamos uma enorme decepção. Entristecemo-nos mesmo quando tal atitude não tem nada a ver conosco. Vivenciamos exatamente a dor que tentamos a todo o custo evitar, que é a de nos sentirmos solitários neste mundo.

Sem nos darmos conta, tendemos a nos tornar autoritários, desejando sempre que o outro se comporte de acordo com nossas convicções. E assim procedemos sempre com o mesmo argumento: “Eu no lugar dele agiria assim.”

A decepção será maior ainda se o outro agiu de modo inesperado em relação à nossa pessoa. Se nos tratou de uma forma rude, que não seria a nossa reação diante daquela situação, nos sentimos duplamente traídos: pela agressão recebida e pela reação diferente daquela que esperávamos. É sempre o eterno problema de não sabermos conviver com a verdade de que somos diferentes uns dos outros; e, por isso mesmo, solitários.

Aqueles que entendem que as diferenças entre as pessoas são maiores do que as que nos ensinaram a ver desenvolvem uma atitude de real tolerância diante de pontos de vista variados a respeito de quase tudo. Deixam de se sentir pessoalmente ofendidos pelas diferenças de opinião.

Podem, finalmente, enxergar o outro com objetividade, como um ser à parte, independente de nós. Ao se colocar no lugar do outro, tentarão penetrar na alma do outro, e não apenas transferir sua alma para o corpo do outro. É o início da verdadeira comunicação entre as pessoas.

Autor: Dr.Flávio Gikovate

Rubem Alves – A Pipoca

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A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas.

Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-me a algo que poderia ter o nome de “culinária literária”. Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nobis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos.

Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poético-filosófico a uma meditação sobre o filme A Festa de Babette que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chef. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.

As comidas, para mim, são entidades oníricas.

Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu.

A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás, conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas idéias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível.

A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela. Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem.

Para os cristãos, religiosos são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida…). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas.

Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do Candomblé baiano: que a pipoca é a comida sagrada do Candomblé…

A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.

Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos.

Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado.

Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!

E o que é que isso tem a ver com o Candomblé? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos.Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.

Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro.

“Morre e transforma-te!” — dizia Goethe.

Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.

Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem.

Por exemplo: em Minas “piruá” é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: “Fiquei piruá!” Mas acho que o poder metafórico dos piruás é maior.

Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.

Ignoram o dito de Jesus: “Quem preservar a sua vida perdê-la-á”.A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo a panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira…

“Nunca imaginei que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu”.

O texto acima foi extraído do jornal “Correio Popular”, de Campinas (SP), onde o escritor mantém coluna bissemanal.

Rubem Alves: tudo sobre sua vida e sua obra em “Biografias”

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